Brasília
21/04/2014
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     Ao dar continuidade à sua análise do Plano Nacional de Educação, IZALCI voltou à tribuna do Plenário para comentar o que qualifica como o grande desafio do País neste momento, detalhando as metas estabelecidas no substitutivo da matéria em votação na Comissão Especial. Entre os tópicos que ressaltou, e dentro da universalização de várias faixas de aprendizado, críticas à proposição de destinar o mesmo volume de recursos a atendimento escolar em idades diferentes. “Não podemos destinar a mesma quantia, por exemplo, a assistência escolar de crianças de Zero a 3 anos e alunos de 4 a 5 anos. Claro que as necessidades de cuidados e cuidadores por parte de um bebê são muito maiores, precisam de mais recursos”, avaliou o parlamentar do DF.

     Ainda abordando o tema da universalização do ensino, IZALCI focou a meta nº 4 do PNE, que se refere ao atendimento às pessoas com deficiência. “Um milhão, 498 mil pessoas que têm de ser incluídas na educação... Estamos colocando o mesmo preço aqui, ideal de 210 reais/mês. Sabemos que ainda é um valor pequeno, mas haverá avanço maior nessa área, 3 bilhões e 600 milhões - o que representa 0,11% do PIB.” Logo a seguir, o deputado avaliou o que qualifica como das mais importantes metas a serem executadas pelo PNE: o ensino integral.

     “A meta nº 6 é fundamental: 50% das escolas com tempo integral. Isso é fundamental. Agora, eu já vou adiantar, é impossível colocar educação integral em nossas escolas se não buscarmos outras formas de colaborares na educação”, ressaltou IZALCI, citando experiência de sucesso concretizada no DF durante seus mandatos como Secretário de Ciência e Tecnologia. “Falo do programa Bolsa Universitária que oferecia a universitários até 100% de desconto em mensalidades das melhores instituições particulares de ensino superior, exigindo como contrapartida que os beneficiados oferecessem 4 horas diárias, como orientadores dos alunos da educação integral pública. Verdadeiro ovo de Colombo dos quais todos os segmentos lucravam: os bolsistas que ainda somavam experiência profissional ao longo da graduação; os alunos do integral que contavam com uma juventude atuante para orientá-los e a sociedade em geral, como consequência deste processo”, demonstrou IZALCI.

(Clique aqui e veja o pronunciamento na íntegra)
 
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